Maria Tuti Luisão (DF/BA)

Maria Tuti Luisão é artista performática, deslizando pelas áreas de teatro, dança e transformismo. Participou de festivais tais como FLAAC (2012), Cena Contemporânea (2008, 2009 e 210), PCPT – Performance Corpo Política e Tecnologia em Brasília (2011), Quem Faz 100 anos ou Mais em Florianópolis – SC (2013) e Festival de Performance Conquista as Ruas em Vitória da Conquista – BA (2017). Tem experiência em cinema, produção cultural e dublagem. Integrou diversas produções com apoio e/ou patrocínio do CCBB de Brasília, Funarte, Caixa Cultural e Petrobras – BR Distribuidora. Faz parte do grupo Novos Candangos, sediado em Brasília, que carrega em seu currículo o título de melhor espetáculo pelo Prêmio Sesc do Teatro Candango (2013), com o espetáculo “A Falecida”, de Nelson Rodrigues, dirigido por Diego de León. Mestranda em dança pela Universidade Federal da Bahia (UFBA), expande a pesquisa acadêmica, iniciada em 2017, com criações de performances-experimentos, como “Clandestina yo soy” e “Cualquiera! Cualquer cosa sobre todo em mi”, apresentadas em alguns eventos e festivais nas cidades de Salvador e Vitória da Conquista. A pesquisa consiste em se perguntar sobre quais possibilidades estéticas podem vir a desestabilizar padrões heteronormativos e racistas de feminilidade. Através do transformismo, enquanto visualidade, escorrendo também pelas áreas da dança e performance, o corpo organiza essa questão, engendrando composições geradoras desses experimentos artísticos citados. Atualmente, integra também o coletivo Casa Monxtra, em Salvador, com o qual realizou a performance “Monxtra”, de abertura do show da cantora MC Linn da Quebrada pela Mostra 10 anos CUS – Grupo de Pesquisa sobre Gênero e Cultura, coordenado por Leandro Colling, assim como apresentou o espetáculo “Mamãe, eu sou um monxtro”, no Encontro Internacional de Artes IC11, dirigido por Diego Alcântara.

Foto: divulgação

É autora de:
Cualquiera! Cualquier cosa sobre todo en mi

Link Permanente: